ACIDENTE COM AVIÃO DA TAM: FAMILIARES SABEM PELO RÁDIO LISTA COM MORTOS
tam_-_memoria_da_radio_guaiba_2007_jul2Dentro da proposta de aproveitar o espaço e exaltar este veículo que considero ESPETACULAR em todos os tempos - o rádio - volto a descrever mais um acontecimento que marcou a hitória recente do veículo.
Talvez porque o gerente regional da TAM estivesse no vôo a empresa demorou muito tempo para confirmar a listagem dos passageiros. Os familiares, em meio a incertezas, desinformações e muito nervosismo de ambas as partes, foram levados do aeroporto Salgado Filho a uma sala do Hotel Plazza São Rafael. Isto, entretando, não foi o suficiente para dar a todos a resposta que aguardavam. Foi aí que o rádio, novamente, se destacou ao cumprir seu papel de informar e prestar o serviço que trouxe alívio para uns e dor para outros, mas colocando um fim naquele drama que, não fosse o rádio, poderia durar horas, entrando madrugada adentro. Pelas ondas da Guaíba todos puderam tomar conhecimento dos nomes que estavam na tão esperada lista de passageiros, ponto fim àquela interminável angústia como se pode ouvir no áudio anexo.
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Postado por: Ataídes Miranda
AGADi promove evento sobre TV 2.0
F5 - AGADiA AGADi promoveu evento sobre TV 2.0 no último dia 7 de Abril.
Aqui posto os vídeos editados para quem quiser conferir. Para nós da Hotmedia foi muito legal ter participado. Agradeço a o Cesar Paz - Presidente da AGADi pela oportunidade, ao Ricardo Campos pela idéia, ao Haroldo Santos e Rogério amaral pela grandiosa participação.
Postado por: Carlos Nunes
Já fez o seu Twitter?
Todos os dias surgem novidades no mundo www. Inacreditavelmente as coisas ganham proporções imensas em dois ou três dias. Todos nós somos atacados por novas tendências, novas formas, novos desafios a cada minuto. A internet nos coloca frente a novidades diárias e lá estamos nós consumindo aquele produto. Foi assim com o Orkut, Google, my space, blog, flog, sites de notícias e agora o twitter. E você vê conversas do tipo “e aí, já fez o teu twitter, o teu blog, o teu flog, o teu Orkut”. E pronto, lá está você usando essa ferramenta, que até pode não ser tão útil assim, mas é bom não ficar de fora dessa nova onda né? Um “consumo” virtual exacerbado. Então no meio do seu dia de correria e trabalho você tem que dividir o seu tempo com essas “maravilhas”. Dois minutos para o orkut, mais cinco para o twitter, mais a leitura dos blogs, você vai somando e quando vê está sem tempo. Acabamos indo dormir mais tarde, sem aquele sono tranquilo e se bobear, quando perdermos o sono, vamos para a internet, postar no nosso blog, atualizar o flog afinal sempre haverá algo para se fazer na web.
Assim, cada vez mais, nossos adoráveis trinta segundos televisivos se tornam mais raros, porque TV já não é o único meio de informação e entretenimento, o rádio com essa loucura acaba ficando com o tempo de engarrafamentos e trânsito lento de deslocamentos, e as mídias externas passam despercebidas na poluição visual das cidades. A internet ganha espaço e os investimentos no setor começam a superar as expectativas. Mas acredite, o seu dia não vai aumentar para 30 horas.
E cá estamos nós, ávidos pela próxima onda. A propósito, você já fez o seu Twitter?
Postado por: Fagner Pereira
Letras na mira
Se é para dar uma dica do que mais legal surgiu nos últimos dez anos, vamos falar no mais recente Amigo do Livro, prêmio concedido pela Câmara Rio-grandense do Livro. Um jornalista que divulga tanta gente e, pela sua cobertura na área das Letras, merece também ser divulgado. Ele mantém o Mundo Livro, na internet, no blog do jornal onde trabalha e no Twitter. Lê muito e, por isso, podemos invejá-lo, pois faz a trabalho o que todos gostaríamos de fazer nas horas de lazer. E ainda ganha todos os livros! O cara nasceu pra Lua.
Seguem os links.
http://twitter.com/mundolivro
www.clicrbs.com.br
Postado por: Clô Barcellos
Customização e Expectativas do Consumidor
As expectativas do consumidor moderno encontram-se presentes em parte dos pensamentos de um escritor britânico, George Bernard Shaw: “O homem lógico se adapta ao mundo, o ilógico persiste em customizar o mundo de acordo consigo e seus valores”. A forma como nos chegamos nesse ponto ilógico entende-se por meio da história.
Em uma das fases do comércio moderno, não muito tempo atrás, entre 1960 e 1980, as companhias não se importavam se seu consumidor estava realmente satisfeito ou não. O número de ofertas era relativamente limitado, e percebendo uma oportunidade de mercado, as empresas iniciaram um movimento de satisfação dos clientes, entendendo que pela falta de diferenciação, o melhor a fazer era satisfazer seu consumidor. Mesmo que os profissionais de marketing daquele tempo não estivessem prestando a devida atenção ao aspecto da lealdade do consumidor, as empresas aprenderam como satisfazer seus clientes.
As empresas perceberam que o princípio básico dos produtos e serviços - que estes tinham que realmente fazer o que a comunicação prometia que fariam - havia se tornado essencial para o sucesso financeiro da empresa, resultando em outro movimento importante, o de qualidade total. Maçanetas de carros não deviam cair de carros novos, roupas e lençóis não deviam se desintegrar na lavadora ou secadora de roupas, entrega em 24 horas significava receber o que você desejava em até 1 dia, não 1 semana.
Esses dois movimentos, de qualidade total e satisfação do consumidor, resultaram em mudanças no sistema de produção das empresas, por meio de uma re-egenharia. Uma vez que os produtos começaram a “funcionar”, e as marcas que uma vez tiveram diferentes percepções na cabeça dos clientes, começaram a parecer todas iguais. Todos conheciam o nome das marcas, mas não o motivo pelo qual eram diferentes umas das outras ou porque uma marca seria melhor para o consumidor do que a outra.
Com a difícil diferenciação entre produtos, as marcas começaram a procurar por valores os quais pudessem chamar de “seus”, atributos que os diferenciassem de seus competidores. Nesse cenário de difícil diferenciação entre marcas, surgiram duas tendências que estão vigentes até hoje:
A primeira tendência é o sentimento do consumidor de ter controle sob virtualmente todos os aspectos de sua vida, e a segunda tendência é uma resposta do consumidor à commoditização, a busca por algo que os represente juntamente com seus valores, no que acreditam e como querem ser vistos. Seguindo essas tendências surge a customização - o mais novo dos valores de lealdade para se inserir em qualquer categoria de produto ou serviço. A Brand Keys, uma consultoria de marcas norte americana, publica anualmente o Consumer Loality Engagement Index, o qual no ano de 2008 analisou 57 categorias de produtos e serviços e aproximadamente 400. O relatório de 2008 revelou que a média percentual de contribuição que a customização faz à adoção ou lealdade (e assim lucro) de um produto ou serviço é de 18%. É quase 5 vezes os 4% encontrados em 1997. Os dados foram encontrados por meio de uma combinação de testes psicológicos e abordagens estatísticas, com teste e re-teste da amostra com um grau de confiança de 93%.
Não é necessário procurar muito para encontrar exemplos óbvios da importância da customização no dia-a-dia. Você pode ir online e construir seu próprio tênis de corrida, desde a cor do cadarço até a versão e posição do logo que você preferir. Ou até customizar seu carro, escolhendo a cor do interior e do exterior, até escolher aparelhos de mp3, GPS, opções de controle de voz, e assim por diante
Aparentemente está tudo nos detalhes, mas são esses detalhes que a maioria dos consumidores espera e procura e, se a tendência continuar, a customização será o maior contribuinte individual para diferenciação na próxima década. O que a maioria dos profissionais de marketing precisa é de um longo estudo e reflexão sobre as categorias de produto/serviço na qual atuam, um estudo que ultrapasse os relatórios anuais sobre o mercado. Provavelmente irão descobrir que a maioria dos produtos e serviços com os quais competem estão entregando tudo que prometem, e que os consumidores estão satisfeitos com o que estão recebendo destes produtos e serviços. A real pergunta que está sendo feita pelos consumidores “o que você tem feito por mim ultimamente?”. Uma pergunta que pode soar ilógica, mas são indivíduos emocionais e muitas vezes ilógicos que definem o sucesso de sua marca.
Postado por: João Satt
Nelson Sirotsky no Atualidade
Eu sou um puxa-sacos incorrigível, azar. Ouvir o Nelson falar é sempre um vento bem-vindo. Ele fala com preparo, segurança e tem uma coisa que ele não consegue disfarçar, não adianta. A gente percebe o entusiasmo dele quando ele comenta alguma coisa. Tem horas que esse entusiasmo nem ele consegue segurar. Fala mais, Nelson!
Perguntado pela Rosane Oliveira sobre o futuro do jornal impresso (pergunta que já foi feita há cinco anos atrás e SERÁ feita novamente daqui a 5 anos), Nelson aproveitou para dar um show de conhecimento, fazendo relação entre cinema e televisão e entre a Internet e as demais mídias, diferenciando-as de acordo com hábitos de audiência ou leitura.
Eu aqui aproveito para colaborar com o raciocínio do presidente: O que sobrevive e permanece é sempre o VALOR de alguma coisa. Usando o exemplo do Theodore Levitt no livro “Marketing Myopia”, dando como exemplo de miopia o negócio ferroviário nos EUA, o professor dizia que o transporte ferroviário de pessoas e cargas perdeu espaço para outras alternativas porque deixou de se considerar TRANSPORTE para se considerar FERROVIA. Ao estreitar sua própria visão de mercado, confinou-se a um segmento menor e, portanto, acabou dando um tiro no próprio pé.
O negócio que, a meu ver, é o melhor exemplo contrário, ou seja, de “acerto de lente”, é o caso do cinema. Com o surgimento do videocassete e da abundância de canais pagos, o cinema deu a volta por cima não como CINEMA mas como LÍDER EM ENTRETENIMENTO. A indústria cinematográfica, ao invés de se considerar CINEMA, posicionou-se como líder dentre as mais variadas opções de entretenimento e, a partir daí, cresceu e se multiplicou.
Em outras palavras, o business cinema é, na verdade, “entertainment”.
Qualquer segmento de negócio, portanto, que se encaixe dentro de um universo mercadológico de modo eficiente e PERMANENTEMENTE AGREGANDO VALOR, vai se manter vivo e saltitante.
Os jornais impressos serão sucedidos pela Internet? Eu acredito que não APENAS POR UM MOTIVO: a questão do papel. Resolvida esta parada, ninguém vai suceder ao bom jornal de papel.
Postado por: Glauco Fonseca
45 anos de Zero Hora
Ontem ZH completou 45 anos. Apesar de ser mais moço do que eu, ZH é um jornal jovem e inquieto, assim como eu nos meus 47 anos. Aqueles que são jovens e inquietos são sempre polêmicos, assim como eu e a Zero Hora. Parabéns a nós dois, portanto. Pior seria se fossemos jovens e unanimemente acomodados.
Um jornal como Zero Hora, por sua virilidade futebolística (gremista!) e por sua volúpia marqueteira (é um elogio, viu pessoal?), possui apenas uma unanimidade: jamais vai ser rotulado de antigo, rançoso ou ortodoxo. E quem é jovem, ágil e inovador, paga o preço de ter hordas de admiradores e críticos.
Parabéns à Zero Hora pelos 45. Morituri te salutant.
Postado por: Glauco Fonseca
A RBS e os jornais do interior
Com a manchete ‘Santa Maria quer mais universitários’, começou a circular em junho de 2002 o novo jornal do Grupo RBS, o Diário de Santa Maria. Coletiva.net registrou, no dia 19: o diário foi lançado oficialmente em um almoço com a presença do diretor-presidente da RBS, Nelson Sirotsky. A RBS continua com seu planejamento de ter mais diários no nosso interiorzão. As últimas investidas conhecidas foram junto aos jornais O Informativo do Vale, de Lageado; Agora, de Rio Grande; e O Nacional, de Passo Fundo. Os dois primeiros estão com as negociações em uma espécie de banho-maria, e é forte a investida sobre o diário passo-fundense. Faltam apenas detalhes para que o negócio seja concretizado.
Postado por: José Antônio Vieira
Um case nada superficial: D&C notas
Nos 10 anos contemplados por esta retrospectiva Coletiva, o que não falta é ressonância. Por esse critério, destaco aqui o flyer eletrônico que o escritório Renata Rubim Design & Cores criou para fazer ressoar conceitos refinados. Com vocês, o charmoso e low profile D&C notas.

Objetivo: divulgar arte e cultura a partir de insights com design.
Para começar a apreciação, o D&C notas tem dois méritos que impressionam:o visual e a linguagem. Ambos partem de um patamar elevado, da premissa que o leitor é sofisticado e que o editor não pode banalizar ideias. É assim que cada edição acerta em cheio nas pautas, nem parecem retiradas da realidade previsível que nos cerca. É que a peneira por onde passam os critérios de ilustração e conteúdo tem furos minúsculos. O resultado enche os olhos, ilumina espíritos e, claro, produz recall para o escritório. Tudo para expandir o inovador conceito de design de superfície.

Edição: mensal, com pautas variadas, formatos diferenciados.
A trajetória do D&C notas é concisa, palmas para ela: no ar desde set/03, lá vão 73 momentos memoráveis. Nasceu da necessidade de comunicar e da falta de recursos para isso. O impulso de extravasar a criatividade viabilizou o irrealizável – editar uma galeria virtual com atraentes assuntos, abordados de forma envolvente. Como se pode ver, uma solução prática e hábil. Outro ponto admirável do projeto é: o D&C notas não vende nada. Seu negócio é não propor negócios. Daí a repercussão entre seus públicos privilegiados, dos clientes aos formadores de opinião, dos amigos ao mercado

Distribuição: 6.000 leitores a partir de um mailing seletivo.
A responsável por este veículo de sutilezas e delicadezas é Renata Rubim, designer de superfícies e consultora de cores. Sua atuação é sobretudo institucional: promove a difusão do design em projetos industriais e educativos. Faz palestras e ministra workshops por todo o Brasil, propagando o conceito desde 1985. Sua formação acumula o IADÊ (SP) e a Rhode Island School of Design (EUA). De sua autoria é o primeiro livro sobre o assunto no país, Desenhando a Superfície, Ed. Rosari. Em parceria com Débora Lacroix recebeu o Prêmio Bornancini 2008 – Salão Apdesign, na categoria Design de Superfícies.
Postado por: Fraga
CADÊ A ASSESSORIA DE IMPRENSA?
CADÊ A ASSESSORIA DE IMPRENSA?
Há algum tempo venho notando um “fenômeno” preocupante: muitas empresas e instituições vem atribuindo a seus departamentos de marketing a função de atendimento à imprensa. Nada contra os colegas da área de marketing, mas vamos separar bem as coisas.
Por mais que se fale em “crossmedia” e outros anglicismos para conceituar a integração das mídias em ambientes corporativos, é preciso evitar as armadilhas destes supostos processos de racionalização administrativa. Marketing é marketing, jornalismo é jornalismo. Publicidade é uma coisa, notícia é outra.
Jornalismo e marketing podem ser feitos numa empresa de forma integrada? Claro que sim. Cada um tem sua função, e uma ação bem articulada das duas áreas comprovadamente dá ótimos resultados.
O que me preocupa é a visão que os gestores tem sobre cada uma destas áreas. Minha experiência como repórter de televisão (atividade que exerci por 25 anos, até assumir a Presidência da TVE em outubro de 2008) revelou que muitos (mas muitos mesmo) empresários e dirigentes não tem uma visão clara sobre o papel das assessorias de imprensa. É comum acharem que o jornalismo a serviço de suas instituições é uma tarefa essencialmente comercial.
E aí, o que a gente vê é a relação de grandes grupos com a imprensa ficar a cargo de publicitários, relações públicas - e muitas vezes, gente de outras áreas distantes da comunicação.
O que acaba acontecendo? O repórter chega na empresa em busca de informações jornalisticas e encontra profissionais que o tratam como se fosse um contato de agência de publicidade ou do departamento comercial de algum veículo.
Já viajei para gravar uma reportagem de economia numa indústria e ao chegar me informaram que só poderia fazer imagens da fachada, pois no interior era proibido. Diante da minha fúria, já que eu havia negociado a matéria antes da viagem, a assessora de marketing me disse que eles achavam que só aquilo já daria uma “boa imagem” da empresa!
Outra vez estive em uma grande montadora de ônibus para mostrar o crescimento do setor. A publicitária que me acompanhava (sim, naquela megaempresa não havia UM jornalista) tentou impedir que o gravássemos imagens de centenas de ônibus prontos no pátio. E porquê? Porque aquele modelo (que já estava nas ruas) era o “case” de outra agência de publicidade…
Cansei de ligar para grandes grupos tentando marcar pautas, pedir a assessoria de imprensa, e ouvir a telefonista dizer: “vou passar para o marketing”. E aí me atende alguém dizendo que a permissão só sai se o pessoal deles puder dirigir as imagens e a abordagem, de acordo com o interesse da empresa.
Já encontrei profissionais de marketing sensatos, que souberam contribuir para a matéria sem comprometer a sua área, preservando a imagem da empresa e ajudando a reportagem. Quando isso acontece o resultado é sempre bom, para os dois lados. Mas nem sempre acontece…
Não culpo o pessoal de marketing. Essa é mesmo a função deles, zelar pela imagem da empresa e ter uma visão essencialmente de mercado. Culpo sim os dirigentes que não sabem a distinção entre marketing e jornalismo. E por conta deste miopia administrativa acabam prejudicando a imagem de suas instituições, por não saberem estabelecer uma boa relação com a imprensa. Será que é medo dos jornalistas?
Este não é um manifesto corporativista, e nem um clamor classista nesses tempos de discussão sobre ter diploma ou não. É apenas a constatação do que, para mim, representa uma grave distorção.
E tem outra: qual a razão para muitas empresas do RS se apoiarem unicamente em assessorias de imprensa baseadas no centro do país? Temos profissionais especializados de sobra por aqui (Gládis Berlatto, Neusa Gali Fróes, Vera Carneiro, Marta Becker, Neiva Mello, o pessoal da Uffizzi, da Enfatto e tantos outros) e todos do mais alto nível! O senhores gestores parecem não apostar no calibre dessa gente, e o que é pior, na necessidade de ter este tipo de apoio.Uma pena.
Postado por: Ricardo Azeredo
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